Aula 12 - Aula Extra - Análise do Prompt do Projeto Final
Academia do PlanejamentoProfessor Sérgio Magalhães · Primavera P6 com Ajuda da IA
Aula final · Módulo Básico
Entendendo o Prompt Final
Explicação passo a passo dos comandos usados para criar um cronograma completo no Primavera P6, um XER importável e um relatório didático em Excel.
O prompt não é uma perguntaEle funciona como uma especificação completa do serviço que a IA deverá executar.
A ordem é intencionalA IA deve compreender o projeto antes de criar WBS, atividades, recursos e custos.
A validação é obrigatóriaO arquivo final deve ser reaberto e conferido; não basta confiar no que a IA pretendia gravar.
0
Preparação: como usar o prompt
Copiar todo o prompt, anexar o XER de referência e os documentos do projeto e enviar tudo junto à IA. Não substituir os documentos por um resumo.
O que esse comando faz
Garante que a IA trabalhe com as fontes reais: estrutura do XER, desenhos, memoriais, especificações, quantitativos e demais documentos.
Por que é importante
Um resumo preparado pelo aluno pode omitir medidas, revisões, notas, materiais e interfaces que alteram a WBS e o cronograma.
Atenção antes de enviarUse uma cópia do XER e confirme que todos os documentos necessários foram anexados. O prompt ordena que o original seja preservado.
A
Papel da IA
“Você é especialista em Primavera P6 Professional, planejamento e controle, arquivos XER, projetos de engenharia, WBS, recursos, custos, construtibilidade, nivelamento, riscos, valor agregado e Excel.”
Este bloco define a combinação de competências exigida. A tarefa não é apenas escrever linhas em um XER: é interpretar engenharia, construir uma rede lógica e documentar as decisões.
Como interpretarO papel atribuído à IA estabelece o nível técnico esperado, mas não substitui evidências, cálculos, fontes nem a validação de um planejador.
B
Arquivos de entrada
Receber um XER com o projeto cadastrado e um ou mais documentos de engenharia. Analisar tudo, identificar o empreendimento e somente depois criar o cronograma.
Ler o XER. Identificar versão, projeto, calendário e estrutura já existente.
Ler os documentos. Reconhecer desenhos, memoriais, listas, quantitativos e especificações.
Identificar o empreendimento. Determinar o tipo de obra pelo conteúdo, não pelo nome dos arquivos.
Erro evitadoPresumir que o projeto é residencial, industrial ou de infraestrutura pode produzir uma WBS inadequada e atividades que não pertencem ao escopo.
C
Resultado obrigatório
Criar efetivamente um novo XER completo, um Excel profissional, Notebooks, Activity Codes do tipo Project, a guia WBS e a guia Regras do Cronograma. O Excel deve ter exatamente 14 abas.
O verbo central é criar. O prompt proíbe uma resposta limitada a recomendações, exemplos ou tabelas na conversa.
O XER original não pode ser alterado.
Os arquivos novos devem ser disponibilizados para download.
XER e Excel devem representar o mesmo projeto e os mesmos dados.
1
Ordem obrigatória de trabalho
Executar o trabalho na sequência definida, desde a validação do XER até a entrega dos arquivos finais.
Validar XER→Ler engenharia→Definir WBS→Criar atividades e lógica→Recursos e custos→Validar e entregar
A sequência completa ainda inclui Activity IDs, Activity Codes, cálculo inicial, nivelamento, riscos, Notebooks, Excel e compatibilização. Ela evita que a IA avance para uma etapa dependente sem concluir a anterior.
Mensagens de acompanhamentoA IA deve informar o que está analisando, criando, corrigindo e validando. Essas mensagens formarão o Histórico de Execução no Excel.
2
Leitura dos documentos de engenharia
Não usar somente o texto extraído automaticamente. Renderizar e inspecionar visualmente todas as páginas com desenhos.
Plantas e desenhos contêm informações gráficas que uma extração de texto pode perder: cotas, escalas, símbolos, trajetos, setores e interfaces.
Conferir carimbos, títulos, datas, revisões e escalas.
Ler notas técnicas, legendas, símbolos, cotas e dimensões.
Identificar disciplinas, áreas, pavimentos, sistemas, materiais, equipamentos e métodos.
Calcular quantitativos apenas quando existirem dimensões suficientes.
Registrar dados ausentes, ilegíveis, conflitantes ou contraditórios.
Saída dessa etapaTipo de empreendimento, escopo, disciplinas, principais entregas, provável estratégia construtiva e informações ainda pendentes de confirmação.
3
Origem e confiança das informações
Classificar a origem de cada informação e atribuir confiança Alta, Média ou Baixa. Não apresentar estimativas como dados do projeto.
Confiança
Quando usar
Alta
Informação claramente apresentada no documento.
Média
Informação calculada ou inferida com boa evidência.
Baixa
Estimativa necessária por falta de dados.
A origem pode ser um desenho, nota, legenda, lista, memorial, cálculo, inferência, estimativa, premissa ou fonte externa. Isso cria rastreabilidade.
Quando houver conflitoRegistrar os documentos envolvidos, comparar as evidências, adotar uma premissa provisória, explicar a decisão, indicar quem deve validar e registrar o risco. Nada deve ser “corrigido” silenciosamente.
4
Criar uma WBS didática e compreensível
Criar uma WBS que represente 100% do escopo e permita controlar prazo, custo, recursos e responsabilidades.
O prompt recomenda avaliar uma orientação híbrida — fase, subfase e pacote de trabalho — mas proíbe adotá-la automaticamente. A estrutura pode ser orientada por fases, áreas, pavimentos, sistemas, disciplinas, unidades, equipamentos, entregas, frentes ou uma combinação.
Nomenclatura
Usar nomes simples e conhecidos, como Fundações, Estrutura, Instalações Finais e Vistoria e Entrega. Evitar termos vagos como “Serviços diversos”.
Decomposição
Aplicar a regra dos 100%, evitar sobreposição, usar somente níveis úteis e associar cada atividade ao pacote de trabalho correto.
Ponto didáticoUm elemento da WBS representa uma parte do escopo. Uma atividade representa o trabalho necessário para produzir uma entrega. Os dois conceitos não devem ser misturados.
Referência metodológicaO texto pede alinhamento às boas práticas do PMI sobre decomposição hierárquica e orientação por entregas, sem afirmar que existe uma quantidade universal e obrigatória de níveis.
5
Padronizar os Activity IDs pela WBS
Usar o padrão FASE-SUBFASE-SEQUÊNCIA, com três letras em cada bloco textual e cinco algarismos na sequência.
Fase da WBS
Subfase
Activity ID
Leitura
Civil
Revestimentos
CIV-REV-00100
Primeira atividade do pacote
Instalações
Instalações Finais
INS-FIN-00100
Primeira atividade de Instalações Finais
Entrega
Vistoria
ENT-VIS-00100
Primeira atividade de Vistoria
Numerar de 100 em 100: 00100, 00200, 00300.
Reservar 00000 para o marco inicial e 09900 para o marco final do pacote, quando existirem.
Usar abreviações derivadas dos nomes reais da WBS e registrá-las no Excel.
Conferir unicidade e coerência de todos os IDs.
Exemplo obrigatório de verificaçãoUma atividade em Instalações > Instalações Finais deve começar por INS-FIN, e não por MEP-FIN. Se os IDs forem alterados, o XER final deve ser importado como novo projeto.
6
Criar as atividades e conferir seus tipos
Criar atividades suficientes para produzir as entregas, preferindo nomes no formato Verbo + objeto + localização, área, sistema ou frente.
Exemplos: “Escavar fundações”, “Montar armaduras das bases” e “Testar instalação elétrica”. O nome deve indicar uma ação verificável.
Uso no P6
Código interno no XER
Regra
Start Milestone
TT_Mile
Duração zero
Finish Milestone
TT_FinMile
Duração zero
Task Dependent
TT_Task, normalmente
Duração maior que zero
Erro técnico críticoNão usar TT_StartMile. O marco “Autorizar início da obra” deve ser gravado como TT_Mile e validado depois de reabrir o XER.
Também são evitados WBS Summary, Resource Dependent sem justificativa e durações maiores que 20 dias úteis sem divisão ou justificativa.
7
Calcular as durações
Não atribuir durações aleatórias. Calcular com quantidade, produtividade, equipe, equipamentos, jornada, calendário, frentes e condições físicas.
Produção diária da equipe = produtividade individual × quantidade de recursos
Duração calculada = quantidade ÷ produção diária da equipe
A duração deve ser arredondada para dias úteis inteiros, e o ajuste precisa ser explicado. Cura, secagem, inspeção e testes também entram no planejamento.
Memória de cálculoPara cada atividade, registrar quantidade, unidade, produtividade e fonte, equipe, equipamentos, produção diária, duração calculada, duração adotada, fórmula, arredondamento, premissa e nível de confiança.
8
Criar os relacionamentos
Construir uma rede baseada na sequência física do empreendimento, preferindo Finish to Start — FS.
Usar SS e FF somente quando a sobreposição for tecnicamente possível.
Não usar SF, leads ou lags.
Representar cura, espera, secagem e prazos técnicos como atividades.
Deixar somente o marco inicial sem predecessora e somente o marco final sem sucessora.
Impedir ciclos e preservar a sequência física.
Documentação da lógicaCada vínculo deve registrar predecessora, sucessora, tipo, condição de liberação e motivo técnico. Isso torna a rede compreensível e auditável.
9
Proibir restrições de data
Não usar nenhuma restrição primária ou secundária, Expected Finish ou Must Finish By para forçar datas.
Compromissos devem ser representados por marcos contratuais e pela lógica da rede. Na tabela TASK, os campos cstr_type, cstr_date, cstr_type2 e cstr_date2 devem permanecer vazios.
Validação finalReabrir o XER, localizar esses campos pelo cabeçalho %F e informar: Quantidade de atividades com restrição = 0.
10
Criar Activity Codes do tipo Project
Criar códigos úteis para filtros e agrupamentos, com escopo Project, sem confundi-los com Project Codes.
Código
Exemplos de valores
Finalidade
Etapa ou Sistema
Fundações, Estrutura, Testes e Correções
Agrupar pela parte executiva
Disciplina
Civil, Elétrica, Hidrossanitária, Qualidade
Agrupar por especialidade
Tipo de Serviço
Marco, Compra, Execução, Inspeção, Entrega
Agrupar pela natureza do trabalho
Como isso aparece no XERACTVTYPE define os tipos, ACTVCODE contém os valores e TASKACTV associa os valores às atividades. Todos os IDs e o proj_id devem ser válidos.
11
Criar recursos, tarifas e associações
Criar mão de obra, equipamentos e materiais; cadastrar unidades, tarifas e associações efetivas às atividades.
Categoria visível
Código interno correto
Exemplos
Labor
RT_Labor
Pedreiro, pintor, eletricista
Nonlabor
RT_Equip
Betoneira, escavadeira, vibrador
Material
RT_Mat
Concreto, aço, blocos, cabos
Não usar códigos intuitivos incorretosRT_Nonlabor e RT_Material não são os valores válidos esperados. Um código errado pode fazer o P6 mostrar tudo como Labor.
O mesmo rsrc_type deve aparecer em RSRC e TASKRSRC. Recursos devem ter IDs novos, nomes preenchidos e ser organizados por projeto em Mão de obra, Equipamentos e Materiais. O QBQ é referência para os nomes das funções.
Unidades dos materiais
Material
Unidade típica
Concreto, areia e brita
m3
Aço
kg
Cabos, tubos e eletrodutos
m
Revestimentos e pisos
m2
Tinta
L
Peças e equipamentos
un
A tabela UMEASURE cadastra as unidades. Todo Material precisa de unit_id válido. Não duplicar unidades equivalentes.
Budgeted Units/Time = quantidade de recursos × horas por dia
Budgeted Cost = Budgeted Units × Price/Unit
Cadastro não é atribuiçãoAlém de cadastrar em RSRC, é necessário criar tarifas em RSRCRATE e atribuições em TASKRSRC. Para materiais, Budgeted Units corresponde à quantidade prevista.
12
Padronizar a moeda
Usar obrigatoriamente USD em todo o XER e no Excel, com exibição no padrão $ 1.250,50.
curr_short_name = USD
curr_type = US Dollar
curr_symbol = $
decimal_symbol = , e digit_group_symbol = .
Duas casas decimais e taxa-base igual a 1.
Exibição não é armazenamentoNo Excel, o valor permanece numérico e recebe formatação. No XER, o campo numérico deve respeitar a sintaxe aceita pela versão. Nunca gravar o símbolo “$” e o agrupamento “1.250,50” dentro de um campo numérico.
Valores pesquisados em outra moeda devem registrar origem, taxa, data, link e conversão. Somente o valor em USD entra nas consolidações.
13
Preparar custos e Curva S
Fazer com que as atividades de execução recebam custos das atribuições de recursos e distribuir esses custos no tempo.
A Curva S representa o Planned Value — PV, isto é, o valor planejado acumulado. O cronograma deve permitir a criação de uma linha de base no P6.
Não inventar desempenhoSem avanço real, Data Date, custos reais e linha de base, não existem dados válidos para EV, AC, SPI ou CPI.
14
Nivelar os recursos
Calcular primeiro sem nivelamento, gerar histogramas, identificar sobrealocações, nivelar, recalcular e comparar antes e depois.
Medir a demanda inicial e localizar conflitos.
Analisar caminho crítico, disponibilidade e frentes de trabalho.
Aplicar uma solução tecnicamente justificável.
Recalcular datas, demandas e custos.
Registrar o impacto da solução.
O que não fazerNão usar restrições, leads, lags ou vínculos artificiais somente para esconder sobrealocações.
15
Analisar os riscos
Identificar riscos de documentos, incompatibilidades, premissas, método executivo, recursos, materiais, fornecedores e condições externas.
Os riscos apoiam decisões, premissas e Notebooks. O prompt esclarece que não é necessário criar uma aba exclusiva no Excel nem forçar registros no XER quando a versão não suportar uma importação segura.
16
Preencher os Notebooks
Criar tópicos e textos compatíveis com a versão do XER e nunca deixar registros de Notebook vazios.
Normalmente, MEMOTYPE define os tópicos, WBSMEMO guarda textos de projeto/EPS/WBS e TASKMEMO guarda os textos das atividades.
Regra decisivaEm TASKMEMO, o texto vai em task_memo, e não em memo_text. Também devem existir memo_id, memo_type_id, proj_id e task_id.
Onde
Tópicos previstos
Conteúdo principal
Projeto
Resumo Executivo, Premissas, Arquivos Analisados
Escopo, WBS, prazo, custo, riscos, fontes e lacunas
Atividades
Lógica e Construtibilidade
Predecessoras, sucessoras, liberações e riscos
Atividades
Memória de Cálculo
Quantidade, produtividade, equipe, fórmula e duração
Atividades
Quantitativos e Materiais
Material, unidade, preço, custo e perdas
ValidaçãoReabrir o XER, conferir o cabeçalho de TASKMEMO e examinar amostras de uma atividade de execução, uma compra e um marco. Se algo não se aplicar, escrever uma justificativa curta em vez de deixar vazio.
17
Criar o relatório Excel simplificado
Criar somente 14 abas, exatamente na ordem definida, e iniciar cada uma com uma explicação própria para alunos iniciantes.
Nº
Aba
O que ensina
1
Resumo Executivo
Visão geral do projeto
2
Premissas
Informações provisórias a validar
3
WBS
Estrutura e dicionário do escopo
4
Regras do Cronograma
Boas práticas e conferências
5
Lógica e Construtibilidade
Ordem física e vínculos
6
Memória de Cálculo das Durações
Formação das durações
7
Quantitativos e Materiais
Quantidade, unidade, preço e custo
8
Nivelamento de Recursos
Conflitos e soluções
9
Histograma de Mão de Obra
Distribuição de pessoas
10
Histograma de Equipamentos
Distribuição de equipamentos
11
Curva S Geral
PV periódico e acumulado
12
Lições Aprendidas
Decisões reutilizáveis
13
Sites Consultados
Rastreabilidade das fontes
14
Histórico de Execução
Etapas realizadas pela IA
Cada introdução deve explicar o que o aluno está vendo, para que serve, como interpretar e qual cuidado tomar em um projeto real.
Controle de escopo do ExcelO prompt proíbe abas adicionais como Atividades, Recursos, Riscos, KPI e Validação do XER. Informações necessárias podem ser resumidas nas 14 abas autorizadas.
18
Criar a guia WBS no Excel
Usar uma única aba chamada exatamente “WBS” para explicar a estratégia e apresentar o dicionário completo da estrutura.
O bloco inicial explica o que é WBS, qual empreendimento foi analisado, como os documentos sustentaram a decomposição, qual orientação foi adotada e como a regra dos 100% foi verificada.
Grupo
Campos essenciais
Hierarquia
Nível, Código WBS, Nome, Orientação e Elemento-pai
Definição
Descrição, critério de decomposição e menor nível de controle
Limites
Escopo incluído, escopo não incluído e interfaces
Evidência
Documento ou premissa, confiança e observação para validação
Todas as linhas do XER devem aparecer na mesma ordem hierárquica, sem omissões. Código, nome, nível e elemento-pai precisam coincidir exatamente.
Fontes da WBSA guia e “Sites Consultados” devem registrar PMBOK Guide, Practice Standard for Work Breakdown Structures e o artigo do PMI sobre aplicação da WBS ao ciclo de vida. Outras fontes devem indicar autor, título, ano, informação usada, link e aplicação.
19
Melhorar o Resumo Executivo
Criar uma abertura curta e organizar os dados em blocos de Visão Geral, Prazo, Recursos e Custos e Pontos de Atenção.
O Resumo Executivo deve explicar como os documentos viraram WBS, atividades, lógica, recursos, custos e Curva S. Também deve deixar claro que se trata de um exercício didático sujeito à validação técnica.
Mostrar
Empreendimento, escopo, datas, duração, marco principal, caminho crítico resumido, custos, picos, premissas, conflitos e riscos.
Evitar
Sequências enormes dentro de uma célula, excesso de detalhes e informações misturadas sem títulos ou marcadores.
20
Criar o Histórico de Execução
Registrar cronologicamente as mensagens de acompanhamento realmente apresentadas durante a geração dos arquivos.
Colunas
O que registram
Data/Hora e Etapa
Quando e em que fase ocorreu
Mensagem e Ação
O que foi informado e executado
Resultado
Conclusão, erro ou correção
Arquivo ou tabela
Parte afetada
Limite de transparênciaRegistrar fatos verificáveis, mas não raciocínio interno privado, credenciais, dados sigilosos ou logs técnicos brutos. Não inventar mensagens retroativas.
21
Histogramas e Curva S
Apresentar histogramas semanais de mão de obra e equipamentos e uma Curva S geral semanal ou mensal.
Quantidade de pessoas = horas planejadas ÷ horas disponíveis por pessoa no período
O histograma de mão de obra mostra total, funções principais, pico, média e comparação antes/depois.
O de equipamentos mostra quantidade por tipo, disponibilidade, pico, conflitos e comparação.
A Curva S separa custos de Labor, Nonlabor e Material, custo do período, acumulado, percentual e PV.
Premissa de distribuiçãoSe não existir uma curva específica, distribuir o custo linearmente ao longo de cada atividade e registrar essa premissa.
22
Registrar os sites consultados
Para cada fonte externa, registrar instituição, documento, assunto, informação usada, data, link exato, aplicação e observação.
Esta etapa permite que o aluno refaça a pesquisa e entenda de onde vieram produtividade, preço, regra técnica ou interpretação. Informar apenas o domínio principal não é suficiente.
23
Aplicar o padrão visual da Academia
Formatar todas as abas com cabeçalho e rodapé institucionais, cor vinho, filtros, congelamento de painéis, colunas ajustadas e formatos corretos.
O cabeçalho identifica a Academia do Planejamento e o site; o rodapé identifica o professor e o WhatsApp. Datas, horas, moedas e percentuais devem permanecer como valores utilizáveis, sem cortes.
Qualidade visualOs gráficos precisam ser legíveis, os links completos, as fórmulas auditáveis e os destaques de caminho crítico e sobrealocação devem ser discretos.
24
Regras técnicas obrigatórias para o XER
Preservar a estrutura e a versão do XER, usar IDs únicos, manter referências válidas e reabrir o arquivo final para validar o conteúdo gravado.
Antes de editar, a IA deve ler ERMHDR, preservar delimitador, codificação, proj_id, calendário e dados globais necessários. Cada linha deve possuir exatamente a quantidade de campos definida por seu cabeçalho %F.
Por que reabrir?Uma estrutura mantida na memória do gerador pode parecer correta, mas a gravação pode produzir códigos errados, campos deslocados, referências quebradas ou textos vazios.
Grupos de validação
Grupo
Conferências principais
Estrutura
Versão, projeto, calendário, IDs, campos e referências
WBS e atividades
Hierarquia, Activity IDs, tipos, durações, datas e zero restrições
Rede
Sem ciclos, SF, leads ou lags; marcos corretamente conectados
Códigos
Activity Codes de Project e atribuições válidas
Recursos
RT_Labor, RT_Equip, RT_Mat, unidades, tarifas e associações
Notebooks
task_memo preenchido e proj_id válido
Compatibilidade
Custos e WBS iguais no XER e Excel
Testes por amostragemO resultado deve mostrar tipos dos marcos, total de restrições, tamanho de uma memória de cálculo, exemplo de Activity Codes, registros vazios, totais de custos, contagem da WBS, moeda, materiais sem unidade e contagem por tipo de recurso.
Limite da validação estruturalSe a IA não puder importar no P6, deverá informar que a estrutura foi validada, mas que a importação e o recálculo ainda precisam ser confirmados pelo aluno.
25
Entregáveis finais
Entregar o novo XER, o Excel com 14 abas e um resumo das principais informações e validações.
Além dos arquivos, a resposta deve apresentar empreendimento, premissas, datas, prazo, custo, picos de recursos, nivelamento, Notebooks, Activity Codes, moeda, zero restrições, tipos de recurso, unidades de medida, correspondência da WBS e padrão dos Activity IDs.
Confirmações indispensáveisO original não foi alterado; o marco inicial está como TT_Mile; todos os materiais têm unidade; não existem RT_Nonlabor ou RT_Material; e o arquivo deve ser importado como novo projeto quando IDs forem modificados.
26
Orientação final para o aluno
Encerrar com uma explicação curta sobre os arquivos criados, o empreendimento, os IDs, os recursos, as premissas e os próximos passos no P6.
Importar o XER como novo projeto quando Activity IDs ou Resource IDs tiverem mudado.
Abrir o projeto no Primavera P6 e recalcular o cronograma.
Conferir WBS, atividades, lógica, recursos, custos e Notebooks.
Confirmar as premissas com os responsáveis técnicos.
Reconhecer que o material é didático e não substitui a validação do projeto real.
A lógica completa do prompt
O prompt conduz a IA por quatro grandes momentos: compreender as fontes; estruturar escopo, atividades e lógica; dimensionar recursos, custos e riscos; e validar os arquivos efetivamente gravados. O resultado só está completo quando o XER e o Excel foram criados, comparados e entregues com as limitações claramente informadas.
Neste módulo, você conhecerá o arquivo XER do Primavera P6 e terá uma introdução prática ao uso da Inteligência Artificial no planejamento de projetos.
Durante as aulas, construiremos um cronograma no Primavera P6 com ajuda da IA, passo a passo, desde a criação da EAP/WBS, passando pela definição das atividades até a criação dos relacionamentos entre elas.
O objetivo é mostrar, de forma simples e prática, como a IA pode ajudar o planejador a ganhar tempo e facilitar a construção de cronogramas no Primavera P6.
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