Aula 12 - Aula Extra - Análise do Prompt do Projeto Final

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Academia do PlanejamentoProfessor Sérgio Magalhães · Primavera P6 com Ajuda da IA

Aula final · Módulo Básico

Entendendo o Prompt Final

Explicação passo a passo dos comandos usados para criar um cronograma completo no Primavera P6, um XER importável e um relatório didático em Excel.

O prompt não é uma perguntaEle funciona como uma especificação completa do serviço que a IA deverá executar.
A ordem é intencionalA IA deve compreender o projeto antes de criar WBS, atividades, recursos e custos.
A validação é obrigatóriaO arquivo final deve ser reaberto e conferido; não basta confiar no que a IA pretendia gravar.
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Preparação: como usar o prompt

Copiar todo o prompt, anexar o XER de referência e os documentos do projeto e enviar tudo junto à IA. Não substituir os documentos por um resumo.

O que esse comando faz

Garante que a IA trabalhe com as fontes reais: estrutura do XER, desenhos, memoriais, especificações, quantitativos e demais documentos.

Por que é importante

Um resumo preparado pelo aluno pode omitir medidas, revisões, notas, materiais e interfaces que alteram a WBS e o cronograma.

Atenção antes de enviarUse uma cópia do XER e confirme que todos os documentos necessários foram anexados. O prompt ordena que o original seja preservado.
A

Papel da IA

“Você é especialista em Primavera P6 Professional, planejamento e controle, arquivos XER, projetos de engenharia, WBS, recursos, custos, construtibilidade, nivelamento, riscos, valor agregado e Excel.”

Este bloco define a combinação de competências exigida. A tarefa não é apenas escrever linhas em um XER: é interpretar engenharia, construir uma rede lógica e documentar as decisões.

Como interpretarO papel atribuído à IA estabelece o nível técnico esperado, mas não substitui evidências, cálculos, fontes nem a validação de um planejador.
B

Arquivos de entrada

Receber um XER com o projeto cadastrado e um ou mais documentos de engenharia. Analisar tudo, identificar o empreendimento e somente depois criar o cronograma.
  1. Ler o XER. Identificar versão, projeto, calendário e estrutura já existente.
  2. Ler os documentos. Reconhecer desenhos, memoriais, listas, quantitativos e especificações.
  3. Identificar o empreendimento. Determinar o tipo de obra pelo conteúdo, não pelo nome dos arquivos.
Erro evitadoPresumir que o projeto é residencial, industrial ou de infraestrutura pode produzir uma WBS inadequada e atividades que não pertencem ao escopo.
C

Resultado obrigatório

Criar efetivamente um novo XER completo, um Excel profissional, Notebooks, Activity Codes do tipo Project, a guia WBS e a guia Regras do Cronograma. O Excel deve ter exatamente 14 abas.

O verbo central é criar. O prompt proíbe uma resposta limitada a recomendações, exemplos ou tabelas na conversa.

  • O XER original não pode ser alterado.
  • Os arquivos novos devem ser disponibilizados para download.
  • XER e Excel devem representar o mesmo projeto e os mesmos dados.
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Ordem obrigatória de trabalho

Executar o trabalho na sequência definida, desde a validação do XER até a entrega dos arquivos finais.
Validar XERLer engenhariaDefinir WBSCriar atividades e lógicaRecursos e custosValidar e entregar

A sequência completa ainda inclui Activity IDs, Activity Codes, cálculo inicial, nivelamento, riscos, Notebooks, Excel e compatibilização. Ela evita que a IA avance para uma etapa dependente sem concluir a anterior.

Mensagens de acompanhamentoA IA deve informar o que está analisando, criando, corrigindo e validando. Essas mensagens formarão o Histórico de Execução no Excel.
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Leitura dos documentos de engenharia

Não usar somente o texto extraído automaticamente. Renderizar e inspecionar visualmente todas as páginas com desenhos.

Plantas e desenhos contêm informações gráficas que uma extração de texto pode perder: cotas, escalas, símbolos, trajetos, setores e interfaces.

  1. Conferir carimbos, títulos, datas, revisões e escalas.
  2. Ler notas técnicas, legendas, símbolos, cotas e dimensões.
  3. Identificar disciplinas, áreas, pavimentos, sistemas, materiais, equipamentos e métodos.
  4. Calcular quantitativos apenas quando existirem dimensões suficientes.
  5. Registrar dados ausentes, ilegíveis, conflitantes ou contraditórios.
Saída dessa etapaTipo de empreendimento, escopo, disciplinas, principais entregas, provável estratégia construtiva e informações ainda pendentes de confirmação.
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Origem e confiança das informações

Classificar a origem de cada informação e atribuir confiança Alta, Média ou Baixa. Não apresentar estimativas como dados do projeto.
ConfiançaQuando usar
AltaInformação claramente apresentada no documento.
MédiaInformação calculada ou inferida com boa evidência.
BaixaEstimativa necessária por falta de dados.

A origem pode ser um desenho, nota, legenda, lista, memorial, cálculo, inferência, estimativa, premissa ou fonte externa. Isso cria rastreabilidade.

Quando houver conflitoRegistrar os documentos envolvidos, comparar as evidências, adotar uma premissa provisória, explicar a decisão, indicar quem deve validar e registrar o risco. Nada deve ser “corrigido” silenciosamente.
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Criar uma WBS didática e compreensível

Criar uma WBS que represente 100% do escopo e permita controlar prazo, custo, recursos e responsabilidades.

O prompt recomenda avaliar uma orientação híbrida — fase, subfase e pacote de trabalho — mas proíbe adotá-la automaticamente. A estrutura pode ser orientada por fases, áreas, pavimentos, sistemas, disciplinas, unidades, equipamentos, entregas, frentes ou uma combinação.

Nomenclatura

Usar nomes simples e conhecidos, como Fundações, Estrutura, Instalações Finais e Vistoria e Entrega. Evitar termos vagos como “Serviços diversos”.

Decomposição

Aplicar a regra dos 100%, evitar sobreposição, usar somente níveis úteis e associar cada atividade ao pacote de trabalho correto.

Ponto didáticoUm elemento da WBS representa uma parte do escopo. Uma atividade representa o trabalho necessário para produzir uma entrega. Os dois conceitos não devem ser misturados.
Referência metodológicaO texto pede alinhamento às boas práticas do PMI sobre decomposição hierárquica e orientação por entregas, sem afirmar que existe uma quantidade universal e obrigatória de níveis.
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Padronizar os Activity IDs pela WBS

Usar o padrão FASE-SUBFASE-SEQUÊNCIA, com três letras em cada bloco textual e cinco algarismos na sequência.
Fase da WBSSubfaseActivity IDLeitura
CivilRevestimentosCIV-REV-00100Primeira atividade do pacote
InstalaçõesInstalações FinaisINS-FIN-00100Primeira atividade de Instalações Finais
EntregaVistoriaENT-VIS-00100Primeira atividade de Vistoria
  • Numerar de 100 em 100: 00100, 00200, 00300.
  • Reservar 00000 para o marco inicial e 09900 para o marco final do pacote, quando existirem.
  • Usar abreviações derivadas dos nomes reais da WBS e registrá-las no Excel.
  • Conferir unicidade e coerência de todos os IDs.
Exemplo obrigatório de verificaçãoUma atividade em Instalações > Instalações Finais deve começar por INS-FIN, e não por MEP-FIN. Se os IDs forem alterados, o XER final deve ser importado como novo projeto.
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Criar as atividades e conferir seus tipos

Criar atividades suficientes para produzir as entregas, preferindo nomes no formato Verbo + objeto + localização, área, sistema ou frente.

Exemplos: “Escavar fundações”, “Montar armaduras das bases” e “Testar instalação elétrica”. O nome deve indicar uma ação verificável.

Uso no P6Código interno no XERRegra
Start MilestoneTT_MileDuração zero
Finish MilestoneTT_FinMileDuração zero
Task DependentTT_Task, normalmenteDuração maior que zero
Erro técnico críticoNão usar TT_StartMile. O marco “Autorizar início da obra” deve ser gravado como TT_Mile e validado depois de reabrir o XER.

Também são evitados WBS Summary, Resource Dependent sem justificativa e durações maiores que 20 dias úteis sem divisão ou justificativa.

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Calcular as durações

Não atribuir durações aleatórias. Calcular com quantidade, produtividade, equipe, equipamentos, jornada, calendário, frentes e condições físicas.
Produção diária da equipe = produtividade individual × quantidade de recursos
Duração calculada = quantidade ÷ produção diária da equipe

A duração deve ser arredondada para dias úteis inteiros, e o ajuste precisa ser explicado. Cura, secagem, inspeção e testes também entram no planejamento.

Memória de cálculoPara cada atividade, registrar quantidade, unidade, produtividade e fonte, equipe, equipamentos, produção diária, duração calculada, duração adotada, fórmula, arredondamento, premissa e nível de confiança.
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Criar os relacionamentos

Construir uma rede baseada na sequência física do empreendimento, preferindo Finish to Start — FS.
  • Usar SS e FF somente quando a sobreposição for tecnicamente possível.
  • Não usar SF, leads ou lags.
  • Representar cura, espera, secagem e prazos técnicos como atividades.
  • Deixar somente o marco inicial sem predecessora e somente o marco final sem sucessora.
  • Impedir ciclos e preservar a sequência física.
Documentação da lógicaCada vínculo deve registrar predecessora, sucessora, tipo, condição de liberação e motivo técnico. Isso torna a rede compreensível e auditável.
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Proibir restrições de data

Não usar nenhuma restrição primária ou secundária, Expected Finish ou Must Finish By para forçar datas.

Compromissos devem ser representados por marcos contratuais e pela lógica da rede. Na tabela TASK, os campos cstr_type, cstr_date, cstr_type2 e cstr_date2 devem permanecer vazios.

Validação finalReabrir o XER, localizar esses campos pelo cabeçalho %F e informar: Quantidade de atividades com restrição = 0.
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Criar Activity Codes do tipo Project

Criar códigos úteis para filtros e agrupamentos, com escopo Project, sem confundi-los com Project Codes.
CódigoExemplos de valoresFinalidade
Etapa ou SistemaFundações, Estrutura, Testes e CorreçõesAgrupar pela parte executiva
DisciplinaCivil, Elétrica, Hidrossanitária, QualidadeAgrupar por especialidade
Tipo de ServiçoMarco, Compra, Execução, Inspeção, EntregaAgrupar pela natureza do trabalho
Como isso aparece no XERACTVTYPE define os tipos, ACTVCODE contém os valores e TASKACTV associa os valores às atividades. Todos os IDs e o proj_id devem ser válidos.
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Criar recursos, tarifas e associações

Criar mão de obra, equipamentos e materiais; cadastrar unidades, tarifas e associações efetivas às atividades.
Categoria visívelCódigo interno corretoExemplos
LaborRT_LaborPedreiro, pintor, eletricista
NonlaborRT_EquipBetoneira, escavadeira, vibrador
MaterialRT_MatConcreto, aço, blocos, cabos
Não usar códigos intuitivos incorretosRT_Nonlabor e RT_Material não são os valores válidos esperados. Um código errado pode fazer o P6 mostrar tudo como Labor.

O mesmo rsrc_type deve aparecer em RSRC e TASKRSRC. Recursos devem ter IDs novos, nomes preenchidos e ser organizados por projeto em Mão de obra, Equipamentos e Materiais. O QBQ é referência para os nomes das funções.

Unidades dos materiais

MaterialUnidade típica
Concreto, areia e britam3
Açokg
Cabos, tubos e eletrodutosm
Revestimentos e pisosm2
TintaL
Peças e equipamentosun

A tabela UMEASURE cadastra as unidades. Todo Material precisa de unit_id válido. Não duplicar unidades equivalentes.

Budgeted Units/Time = quantidade de recursos × horas por dia
Budgeted Cost = Budgeted Units × Price/Unit
Cadastro não é atribuiçãoAlém de cadastrar em RSRC, é necessário criar tarifas em RSRCRATE e atribuições em TASKRSRC. Para materiais, Budgeted Units corresponde à quantidade prevista.
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Padronizar a moeda

Usar obrigatoriamente USD em todo o XER e no Excel, com exibição no padrão $ 1.250,50.
  • curr_short_name = USD
  • curr_type = US Dollar
  • curr_symbol = $
  • decimal_symbol = , e digit_group_symbol = .
  • Duas casas decimais e taxa-base igual a 1.
Exibição não é armazenamentoNo Excel, o valor permanece numérico e recebe formatação. No XER, o campo numérico deve respeitar a sintaxe aceita pela versão. Nunca gravar o símbolo “$” e o agrupamento “1.250,50” dentro de um campo numérico.

Valores pesquisados em outra moeda devem registrar origem, taxa, data, link e conversão. Somente o valor em USD entra nas consolidações.

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Preparar custos e Curva S

Fazer com que as atividades de execução recebam custos das atribuições de recursos e distribuir esses custos no tempo.

A Curva S representa o Planned Value — PV, isto é, o valor planejado acumulado. O cronograma deve permitir a criação de uma linha de base no P6.

Não inventar desempenhoSem avanço real, Data Date, custos reais e linha de base, não existem dados válidos para EV, AC, SPI ou CPI.
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Nivelar os recursos

Calcular primeiro sem nivelamento, gerar histogramas, identificar sobrealocações, nivelar, recalcular e comparar antes e depois.
  1. Medir a demanda inicial e localizar conflitos.
  2. Analisar caminho crítico, disponibilidade e frentes de trabalho.
  3. Aplicar uma solução tecnicamente justificável.
  4. Recalcular datas, demandas e custos.
  5. Registrar o impacto da solução.
O que não fazerNão usar restrições, leads, lags ou vínculos artificiais somente para esconder sobrealocações.
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Analisar os riscos

Identificar riscos de documentos, incompatibilidades, premissas, método executivo, recursos, materiais, fornecedores e condições externas.

Os riscos apoiam decisões, premissas e Notebooks. O prompt esclarece que não é necessário criar uma aba exclusiva no Excel nem forçar registros no XER quando a versão não suportar uma importação segura.

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Preencher os Notebooks

Criar tópicos e textos compatíveis com a versão do XER e nunca deixar registros de Notebook vazios.

Normalmente, MEMOTYPE define os tópicos, WBSMEMO guarda textos de projeto/EPS/WBS e TASKMEMO guarda os textos das atividades.

Regra decisivaEm TASKMEMO, o texto vai em task_memo, e não em memo_text. Também devem existir memo_id, memo_type_id, proj_id e task_id.
OndeTópicos previstosConteúdo principal
ProjetoResumo Executivo, Premissas, Arquivos AnalisadosEscopo, WBS, prazo, custo, riscos, fontes e lacunas
AtividadesLógica e ConstrutibilidadePredecessoras, sucessoras, liberações e riscos
AtividadesMemória de CálculoQuantidade, produtividade, equipe, fórmula e duração
AtividadesQuantitativos e MateriaisMaterial, unidade, preço, custo e perdas
ValidaçãoReabrir o XER, conferir o cabeçalho de TASKMEMO e examinar amostras de uma atividade de execução, uma compra e um marco. Se algo não se aplicar, escrever uma justificativa curta em vez de deixar vazio.
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Criar o relatório Excel simplificado

Criar somente 14 abas, exatamente na ordem definida, e iniciar cada uma com uma explicação própria para alunos iniciantes.
AbaO que ensina
1Resumo ExecutivoVisão geral do projeto
2PremissasInformações provisórias a validar
3WBSEstrutura e dicionário do escopo
4Regras do CronogramaBoas práticas e conferências
5Lógica e ConstrutibilidadeOrdem física e vínculos
6Memória de Cálculo das DuraçõesFormação das durações
7Quantitativos e MateriaisQuantidade, unidade, preço e custo
8Nivelamento de RecursosConflitos e soluções
9Histograma de Mão de ObraDistribuição de pessoas
10Histograma de EquipamentosDistribuição de equipamentos
11Curva S GeralPV periódico e acumulado
12Lições AprendidasDecisões reutilizáveis
13Sites ConsultadosRastreabilidade das fontes
14Histórico de ExecuçãoEtapas realizadas pela IA

Cada introdução deve explicar o que o aluno está vendo, para que serve, como interpretar e qual cuidado tomar em um projeto real.

Controle de escopo do ExcelO prompt proíbe abas adicionais como Atividades, Recursos, Riscos, KPI e Validação do XER. Informações necessárias podem ser resumidas nas 14 abas autorizadas.
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Criar a guia WBS no Excel

Usar uma única aba chamada exatamente “WBS” para explicar a estratégia e apresentar o dicionário completo da estrutura.

O bloco inicial explica o que é WBS, qual empreendimento foi analisado, como os documentos sustentaram a decomposição, qual orientação foi adotada e como a regra dos 100% foi verificada.

GrupoCampos essenciais
HierarquiaNível, Código WBS, Nome, Orientação e Elemento-pai
DefiniçãoDescrição, critério de decomposição e menor nível de controle
LimitesEscopo incluído, escopo não incluído e interfaces
EvidênciaDocumento ou premissa, confiança e observação para validação

Todas as linhas do XER devem aparecer na mesma ordem hierárquica, sem omissões. Código, nome, nível e elemento-pai precisam coincidir exatamente.

Fontes da WBSA guia e “Sites Consultados” devem registrar PMBOK Guide, Practice Standard for Work Breakdown Structures e o artigo do PMI sobre aplicação da WBS ao ciclo de vida. Outras fontes devem indicar autor, título, ano, informação usada, link e aplicação.
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Melhorar o Resumo Executivo

Criar uma abertura curta e organizar os dados em blocos de Visão Geral, Prazo, Recursos e Custos e Pontos de Atenção.

O Resumo Executivo deve explicar como os documentos viraram WBS, atividades, lógica, recursos, custos e Curva S. Também deve deixar claro que se trata de um exercício didático sujeito à validação técnica.

Mostrar

Empreendimento, escopo, datas, duração, marco principal, caminho crítico resumido, custos, picos, premissas, conflitos e riscos.

Evitar

Sequências enormes dentro de uma célula, excesso de detalhes e informações misturadas sem títulos ou marcadores.

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Criar o Histórico de Execução

Registrar cronologicamente as mensagens de acompanhamento realmente apresentadas durante a geração dos arquivos.
ColunasO que registram
Data/Hora e EtapaQuando e em que fase ocorreu
Mensagem e AçãoO que foi informado e executado
ResultadoConclusão, erro ou correção
Arquivo ou tabelaParte afetada
Limite de transparênciaRegistrar fatos verificáveis, mas não raciocínio interno privado, credenciais, dados sigilosos ou logs técnicos brutos. Não inventar mensagens retroativas.
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Histogramas e Curva S

Apresentar histogramas semanais de mão de obra e equipamentos e uma Curva S geral semanal ou mensal.
Quantidade de pessoas = horas planejadas ÷ horas disponíveis por pessoa no período
  • O histograma de mão de obra mostra total, funções principais, pico, média e comparação antes/depois.
  • O de equipamentos mostra quantidade por tipo, disponibilidade, pico, conflitos e comparação.
  • A Curva S separa custos de Labor, Nonlabor e Material, custo do período, acumulado, percentual e PV.
Premissa de distribuiçãoSe não existir uma curva específica, distribuir o custo linearmente ao longo de cada atividade e registrar essa premissa.
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Registrar os sites consultados

Para cada fonte externa, registrar instituição, documento, assunto, informação usada, data, link exato, aplicação e observação.

Esta etapa permite que o aluno refaça a pesquisa e entenda de onde vieram produtividade, preço, regra técnica ou interpretação. Informar apenas o domínio principal não é suficiente.

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Aplicar o padrão visual da Academia

Formatar todas as abas com cabeçalho e rodapé institucionais, cor vinho, filtros, congelamento de painéis, colunas ajustadas e formatos corretos.

O cabeçalho identifica a Academia do Planejamento e o site; o rodapé identifica o professor e o WhatsApp. Datas, horas, moedas e percentuais devem permanecer como valores utilizáveis, sem cortes.

Qualidade visualOs gráficos precisam ser legíveis, os links completos, as fórmulas auditáveis e os destaques de caminho crítico e sobrealocação devem ser discretos.
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Regras técnicas obrigatórias para o XER

Preservar a estrutura e a versão do XER, usar IDs únicos, manter referências válidas e reabrir o arquivo final para validar o conteúdo gravado.

Antes de editar, a IA deve ler ERMHDR, preservar delimitador, codificação, proj_id, calendário e dados globais necessários. Cada linha deve possuir exatamente a quantidade de campos definida por seu cabeçalho %F.

Por que reabrir?Uma estrutura mantida na memória do gerador pode parecer correta, mas a gravação pode produzir códigos errados, campos deslocados, referências quebradas ou textos vazios.

Grupos de validação

GrupoConferências principais
EstruturaVersão, projeto, calendário, IDs, campos e referências
WBS e atividadesHierarquia, Activity IDs, tipos, durações, datas e zero restrições
RedeSem ciclos, SF, leads ou lags; marcos corretamente conectados
CódigosActivity Codes de Project e atribuições válidas
RecursosRT_Labor, RT_Equip, RT_Mat, unidades, tarifas e associações
Notebookstask_memo preenchido e proj_id válido
CompatibilidadeCustos e WBS iguais no XER e Excel
Testes por amostragemO resultado deve mostrar tipos dos marcos, total de restrições, tamanho de uma memória de cálculo, exemplo de Activity Codes, registros vazios, totais de custos, contagem da WBS, moeda, materiais sem unidade e contagem por tipo de recurso.
Limite da validação estruturalSe a IA não puder importar no P6, deverá informar que a estrutura foi validada, mas que a importação e o recálculo ainda precisam ser confirmados pelo aluno.
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Entregáveis finais

Entregar o novo XER, o Excel com 14 abas e um resumo das principais informações e validações.

Além dos arquivos, a resposta deve apresentar empreendimento, premissas, datas, prazo, custo, picos de recursos, nivelamento, Notebooks, Activity Codes, moeda, zero restrições, tipos de recurso, unidades de medida, correspondência da WBS e padrão dos Activity IDs.

Confirmações indispensáveisO original não foi alterado; o marco inicial está como TT_Mile; todos os materiais têm unidade; não existem RT_Nonlabor ou RT_Material; e o arquivo deve ser importado como novo projeto quando IDs forem modificados.
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Orientação final para o aluno

Encerrar com uma explicação curta sobre os arquivos criados, o empreendimento, os IDs, os recursos, as premissas e os próximos passos no P6.
  1. Importar o XER como novo projeto quando Activity IDs ou Resource IDs tiverem mudado.
  2. Abrir o projeto no Primavera P6 e recalcular o cronograma.
  3. Conferir WBS, atividades, lógica, recursos, custos e Notebooks.
  4. Confirmar as premissas com os responsáveis técnicos.
  5. Reconhecer que o material é didático e não substitui a validação do projeto real.

A lógica completa do prompt

O prompt conduz a IA por quatro grandes momentos: compreender as fontes; estruturar escopo, atividades e lógica; dimensionar recursos, custos e riscos; e validar os arquivos efetivamente gravados. O resultado só está completo quando o XER e o Excel foram criados, comparados e entregues com as limitações claramente informadas.

Academia do Planejamento
Prof. Sérgio Magalhães · www.academiadoplanejamento.com.br · WhatsApp 21.96896.0380

Conteúdo

1Módulo Básico

Neste módulo, você conhecerá o arquivo XER do Primavera P6 e terá uma introdução prática ao uso da Inteligência Artificial no planejamento de projetos. Durante as aulas, construiremos um cronograma no Primavera P6 com ajuda da IA, passo a passo, desde a criação da EAP/WBS, passando pela definição das atividades até a criação dos relacionamentos entre elas. O objetivo é mostrar, de forma simples e prática, como a IA pode ajudar o planejador a ganhar tempo e facilitar a construção de cronogramas no Primavera P6.
  • Aula 01 — Introdução ao Primavera P6 com IA

    01:51

    ASSISTIR

  • Aula 02 - O Arquivo XER do Primavera P6

    16:49

    ASSISTIR

  • Aula 02 - XER - Revisão em Texto

  • Aula 03 - WBS com IA

    13:08
  • Aula 03 - WBS com IA - Revisão em Texto

  • Aula 04 - Ferramentas de IA

    12:30
  • Aula 04 - Ferramentas de IA - Revisão em Texto

  • Aula 05 - Transforme uma Planilha em XER Pronto para Importar

    09:02
  • Aula 05 - Transforme uma Planilha em XER Pronto para Importar - Revisão em Texto

  • Aula 06 - Chat GPT para WBS

    10:20
  • Aula 06 - Chat GPT para WBS - Revisão em Texto

  • Aula 07 - Criar as Atividades do Cronograma com a IA

    06:49
  • Aula 07 - Criar as Atividades do Cronograma com a IA - Revisão em Texto

  • Aula 08 - Importar Atividades com Ajuda da IA

    05:55
  • Aula 08 - Relacionamento com IA - Revisão em Texto

  • Aula 09 - Recursos no Primavera P6 com Ajuda da IA

    13:18
  • Aula 09 — Cadastro e Atribuição de Recursos com IA - Revisão em Texto

  • Aula 10 — Cadastro e Atribuição de Recursos com IA – parte II

    16:53
  • Aula 10 — Cadastro e Atribuição de Recursos com IA – parte II - Revisão em texto

  • Aula 11 - IA Gerando Cronogramas Primavera P6

    28:45
  • Aula 11 - IA Gerando Cronogramas Primavera P6 - Revisão

    ASSISTIR

  • Aula 12 - Aula Extra - Análise do Prompt do Projeto Final

    ASSISTIR

2Módulo Avançado

Rafael Sena Correia

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