Tipos de Atividade no Primavera P6 - Revisão

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Prof. Sérgio Magalhães
📋 Tipos de Atividade no P6

Tipos de Atividade no Primavera P6

Guia didático completo — explicado com a construção de uma casa

Ponto de partida

🏠 Por que usar a construção de uma casa como exemplo?

Antes de pensar nos comandos do Primavera P6, imagine a construção de uma casa. Primeiro fazemos a fundação, depois a estrutura, a alvenaria, as instalações, os acabamentos e, por fim, a entrega. O cronograma organiza esses trabalhos e mostra quando cada um deve começar e terminar.

O Primavera P6 oferece diferentes tipos de atividade porque nem tudo no projeto funciona da mesma maneira. Algumas atividades representam trabalho, outras representam apenas uma data importante e outras acompanham um período inteiro da obra. Vamos entender cada caso com exemplos simples.

Tipos disponíveis no P6
6 tipos
Task Dependent, Resource Dependent, LOE, Start Milestone, Finish Milestone, WBS Summary
Use em quase tudo
Task Dep.
É o tipo normal de atividade. Use para serviços como escavar, concretar, montar, instalar e pintar.
Marcos contratuais
Milestone
Duração zero. Use quando o contrato exige pontos de controle e medição de avanço.
Apoio contínuo
LOE
Level of Effort. Raro. Para trabalho que não produz entregável físico, mas existe enquanto a obra acontece.
Resumo da EAP
WBS Sum.
Muito raro. Risco em auditorias. Prefira LOE quando precisar de um resumo dinâmico.
Recurso limita prazo
Res. Dep.
Use apenas quando a disponibilidade do recurso define os dias de trabalho. Exemplo: um especialista que só pode trabalhar às terças e quintas-feiras.
Tipo 1 — O mais importante

Task Dependent — Tarefa Dependente

⭐ Regra de ouro da Academia do Planejamento

Na dúvida, escolha Task Dependent. Esse é o tipo mais comum e já aparece automaticamente quando você cria uma atividade. Ele serve para quase todos os serviços que produzem alguma parte da obra.

1Como funciona

No tipo Task Dependent, quem define os dias de trabalho é o calendário da atividade. Em outras palavras, o Primavera P6 olha primeiro para o horário definido para o serviço, e não para o horário particular de cada recurso.

Pense assim: a atividade possui sua própria agenda. Se essa agenda informa que o sábado é útil, o Primavera P6 pode programar trabalho no sábado. Por isso, antes de calcular o cronograma, confirme se o calendário da atividade está correto.

Figura 1 — Cronograma de uma casa com atividades Task Dependent encadeadas em FS. O calendário da obra determina os dias úteis de cada barra.

2Exemplos na construção de uma casa

🏗
Task Dependent
Escavação e aterro

Abertura das valas para fundação e nivelamento do terreno. Segue o calendário da obra — independe de qual máquina ou operador está no canteiro.

🧱
Task Dependent
Concretagem das sapatas

O concreto é lançado num dia específico. O processo físico acontece no calendário da atividade — não no horário do caminhão-betoneira.

⏳
Task Dependent
Cura do concreto

O concreto precisa de 28 dias para atingir resistência. Esse prazo é químico — não depende de nenhum recurso humano no canteiro.

🪵
Task Dependent
Montagem da estrutura do telhado

Tesouras, caibros e ripas. O carpinteiro segue o calendário da obra — a atividade não muda se ele tiver um dia de folga pessoal.

🔌
Task Dependent
Passagem de eletrodutos

Os tubos são embutidos na alvenaria ou laje antes do reboco. A atividade obedece ao calendário do projeto, não ao turno do eletricista.

🚿
Task Dependent
Instalação hidráulica

Ramais de água fria, água quente e esgoto. Cada trecho é uma atividade Task Dependent com predecessora e sucessora na rede lógica.

🪟
Task Dependent
Assentamento de cerâmica

Piso e parede dos banheiros e cozinha. Depende de o reboco estar seco — segue o calendário da atividade de acabamento.

🎨
Task Dependent
Pintura interna e externa

Duas demãos com tempo de secagem entre elas. A secagem é processo físico — o prazo não muda conforme o horário do pintor.

📌 Como configurar no P6

Selecione a atividade e abra a aba General. No campo Activity Type, escolha Task Dependent. Normalmente você não precisa alterar esse campo, porque o Primavera P6 já cria novas atividades com esse tipo.

Tipo 2 — Pontos de controle

Milestones — Marcos de Início e Término

◆ O que é um Marco?

Um Milestone é apenas uma data importante do projeto. Ele não representa trabalho e, por isso, tem duração zero. No Gantt Chart, aparece como um losango (◆), semelhante a um alfinete colocado na linha do tempo.

Na construção de uma casa, podemos criar um marco para registrar o início da obra, a conclusão da estrutura ou a entrega das chaves. Em contratos maiores, esses pontos também podem liberar medições, aprovações e pagamentos.

Start Milestone — Marco de InícioFinish Milestone — Marco de Término

Figura 2 — Marcos no cronograma da casa: Início da Obra (azul), Estrutura Concluída e Casa Fechada como marcos intermediários (dourado), Entrega Final (verde).

1Exemplos de marcos na construção de uma casa

📋
Start Milestone
Início da Obra

Contrato assinado, licença de construção em mãos, canteiro mobilizado. Marca o começo oficial — não tem duração, só tem data.

🏛
Finish Milestone
Estrutura Concluída

Pilares, vigas e lajes executados e curados. Ponto de aprovação do engenheiro fiscal antes de liberar a alvenaria.

🏠
Finish Milestone
Casa Fechada ("no seco")

Telhado, paredes e esquadrias instalados — a obra está protegida da chuva. Marco contratual comum para liberar a segunda medição de pagamento.

🔑
Finish Milestone
Entrega das Chaves

A vistoria foi aprovada, o habite-se foi emitido e as chaves são entregues ao cliente. O marco de término mais importante do projeto.

🪣
Start Milestone
Chegada do Material Cerâmico

Porcelanato especial com prazo de entrega longo — assim que chega ao canteiro, libera o início do assentamento. Marco de chegada de material crítico.

⚡
Start Milestone
Ligação de Energia pela Concessionária

A concessionária liga a energia definitiva — evento externo que não tem duração, mas é prerequisito para todo o comissionamento elétrico.

💡 Por que a Petrobras ama marcos?

Em contratos EPC com a Petrobras, os marcos contratuais são os gatilhos de medição e pagamento. O fornecedor só recebe quando o marco é validado pelo fiscal. Por isso o planejador precisa ter esses marcos bem definidos no cronograma, conectados à rede lógica, para que se movam dinamicamente conforme o projeto avança.

⚠
Marco sem lógica não serve para nada

Um marco "solto" — sem predecessoras e sem sucessoras — não se move quando o cronograma atrasa. Ele fica parado na data original enquanto a obra escorrega semanas à frente. Sempre conecte seus marcos à rede lógica do cronograma.

Tipo 3 — Raro, mas importante conhecer

Level of Effort (LOE) — Nível de Esforço

Uso raro em cronogramas EPCDuração calculada — não se digitaNunca no Caminho CríticoRestrições proibidas

🤔 Como explicar o LOE com a construção de uma casa?

Pense no mestre de obras. Ele não mistura concreto, não assenta tijolos, não passa fio — mas está lá todos os dias coordenando, controlando, resolvendo problema. Ele existe enquanto a obra existe. Quando a obra termina, o trabalho dele termina também.

O Level of Effort (LOE) serve para representar esse acompanhamento contínuo. Você não informa uma duração fixa. O Primavera P6 calcula o período automaticamente, usando como referência o início da primeira atividade apoiada e o término da última.

Figura 3 — O LOE (Mestre de Obras) conecta-se por SS à primeira tarefa e por FF à última. Se o cronograma mudar, o LOE se ajusta sozinho.

1Exemplos de LOE na construção de uma casa

👷
Level of Effort
Mestre de Obras

Coordena tudo — mas não produz nenhum entregável físico. Está presente do primeiro ao último dia das obras. Custo diário contínuo, sem entregável próprio.

🦺
Level of Effort
Responsável pela Segurança do Canteiro

Verifica EPIs, interdita áreas, faz inspeções diárias. Existe enquanto houver operários trabalhando — começa com a mobilização, termina com a desmobilização.

💧
Level of Effort
Bomba de Rebaixamento do Lençol Freático

Funciona continuamente durante toda a fase de escavação e fundação. Não produz entregável — apenas mantém a vala seca. O custo existe enquanto a fase existir.

🧹
Level of Effort
Limpeza e Manutenção do Canteiro

O canteiro precisa ser limpo toda semana enquanto a obra acontece. Serviço contínuo de apoio — não cria nenhuma parte da casa, mas é custo real e obrigatório.

Como conectar
SS + FF
Start-to-Start na primeira atividade do grupo, Finish-to-Finish na última.
Restrições
❌ Proibidas
Nunca aplique Must Start On ou Must Finish On em um LOE — suas datas vêm da rede.
No nivelamento
Ignorado
O P6 ignora LOEs durante o nivelamento de recursos — correto, pois o LOE acompanha as tarefas físicas.
% Concluído
Automático
Configure como Duration % Complete para que o avanço seja calculado sozinho conforme as tarefas avançam.
🔑 Regra prática para identificar um LOE

Faça uma pergunta simples: "Esta atividade produz algo que será construído, instalado ou entregue?" Se a resposta for sim, normalmente use Task Dependent. Se ela apenas acompanha outros serviços durante um período, pode ser um LOE.

📚 Referência técnica: TenSix Consulting — Using Level of Effort Activities in Primavera P6

Tipo 4 — Muito raro na prática

WBS Summary — Resumo da EAP

Uso muito raroRisco em auditorias DCMALógica de rede ignorada pelo P6

📊 O que é o WBS Summary na construção de uma casa?

Imagine que a fase de estrutura possui várias atividades, mas você quer enxergá-la como uma única barra no Gantt Chart. O WBS Summary reúne as datas dessas atividades e mostra uma barra que começa com a primeira e termina com a última.

O cuidado é importante: essa barra funciona como um resumo visual e não como uma atividade normal da rede. As relações inseridas nela podem não participar do cálculo. Para quem está começando, a orientação mais segura é evitar o WBS Summary e usar um LOE quando precisar acompanhar um período.

Figura 4 — O WBS Summary agrega A.1, A.2 e A.3, mas suas relações lógicas são ignoradas pelo P6. Isso gera "pontas soltas" e pode reprovar em auditorias DCMA.

1Quando aparece na construção de uma casa

📊
WBS Summary
Relatório de fase para o dono

O cliente quer ver em uma linha só quando a "Fase de Estrutura" começa e termina. Um WBS Summary entrega isso sem criar nó extra na EAP.

💰
WBS Summary
Orçamento global de uma fase

Antes de detalhar todas as atividades de acabamento, o engenheiro lança um custo global no WBS Summary da fase — estimativa Top-Down temporária.

📥
WBS Summary
Importação de cronograma legado

Ao importar um cronograma antigo do MS Project, as barras de resumo viram WBS Summary automaticamente. Servem como marcadores provisórios até a limpeza do cronograma.

🚨
Prefira o LOE — ele faz a mesma coisa sem o risco

O LOE também cria uma barra dinâmica que acompanha um grupo de tarefas — mas exige predecessoras e sucessoras, o que evita o problema das pontas soltas. Se você precisa de um resumo dinâmico com lógica de rede limpa, use LOE, não WBS Summary.

✅ Se for usar WBS Summary mesmo assim

Ligue o WBS Summary ao marco de início do projeto (como sucessora) e ao marco de término (como predecessora). Isso satisfaz as ferramentas de auditoria sem interferir no cálculo dinâmico das datas — e evita a reprovação no DCMA 14-Point.

Qualidade do cronograma

Ferramentas que verificam o excesso de tipos não-padrão

🔍 Por que existe um limite recomendado?

Uma verificação de cronograma funciona como um check-up. Ela procura sinais de que a programação pode estar difícil de entender ou de atualizar. Um desses sinais é o uso excessivo de tipos especiais, como LOE e WBS Summary.

As ferramentas contam automaticamente quantas atividades existem de cada tipo. O resultado não substitui a análise do planejador, mas ajuda a localizar pontos que precisam ser conferidos antes de enviar o cronograma ao cliente.

Task Dependent ideal
≥ 90%
A grande maioria das atividades deve ser deste tipo — a base do CPM.
DCMA — Rel. tipo FS
≥ 90%
Pelo menos 90% dos relacionamentos devem ser Finish-to-Start. SS e FF usados com parcimônia.
DCMA — LOE / WBS
≤ 10%
Tipos não-Task-Dependent (excluindo marcos) devem ser minoria absoluta no cronograma.
Restrições duras
≤ 5%
DCMA: atividades com Must Start On / Must Finish On não podem ultrapassar 5% das atividades incompletas.
Missing Logic
≤ 5%
Atividades sem predecessora e/ou sem sucessora — "pontas soltas" — não podem passar de 5%.
Nota mínima Acumen
≥ 75
Acumen Fuse considera cronogramas com índice acima de 75/100 como de boa qualidade.

1Principais ferramentas do mercado

🔬
Deltek Acumen Fuse
Mercado global — EPC e GovCon
A ferramenta mais usada em auditorias de cronograma de grande porte. Lê arquivos XER do P6 e avalia mais de 600 métricas — incluindo o percentual de atividades por tipo, Missing Logic, Hard Constraints, lags negativos e o índice geral de qualidade (Schedule Quality Index™, nota de 0 a 100).
✔ Verifica % de LOE e WBS Summary no cronograma✔ Identifica LOEs sem conexão SS/FF correta✔ Gera relatório comparando versões do cronograma✔ Compatível com DCMA, GAO, NASA, AACE
📋
ScheduleReader PRO
Alternativa acessível — leitores de XER
Ferramenta independente que abre arquivos XER do P6 sem precisar de licença Oracle. A versão PRO inclui o painel DCMA 14-Point completo, onde é possível ver a distribuição de tipos de atividade, pontas soltas, restrições duras e relacionamentos — tudo em segundos.
✔ Dashboard DCMA 14 embutido com pass/fail✔ Identifica WBS Summary com pontas soltas✔ Gratuito para visualização, PRO para análise✔ Roda sem banco de dados (standalone)
⚙
Primavera P6 — Check Schedule
Nativo no próprio P6
O próprio P6 possui uma verificação interna acessada em Tools → Schedule → Check Schedule. Ela aplica o DCMA 14-Point Assessment e gera um relatório com os percentuais de cada critério — sem precisar de ferramenta externa. É o ponto de partida antes de enviar o cronograma ao cliente.
✔ Nativo — sem custo adicional✔ Relatorio de relacionamentos por tipo✔ Identifica atividades com lógica faltando✔ Disponível no P6 Professional e EPPM

📚 Referências: TenSix — DCMA 14-Point Assessment · ScheduleReader — DCMA Checklist · HKA — Acumen Fuse Schedule Quality Index

Figura 5 — Fluxo de verificação de qualidade: o arquivo XER sai do P6 e entra em ferramentas de auditoria que medem, entre outras coisas, a proporção de tipos de atividade.

Resumo final

Comparativo — Os cinco tipos principais

TipoDuração definida porExemplo na casaQuando usar
⭐ Task DependentCalendário da atividadeConcretagem, alvenaria, pintura, cura do concretoNa dúvida, sempre este. 90–95% do cronograma.
◆ Start MilestoneZero — só data de inícioInício da obra, chegada de material críticoPontos de controle, marcos contratuais
◆ Finish MilestoneZero — só data de términoCasa fechada, entrega das chavesEntregas, medições contratuais (Petrobras)
∞ Level of EffortCalculada — SS na 1ª, FF na últimaMestre de obras, segurança do canteiroApoio contínuo sem entregável físico
∑ WBS SummaryCalculada — ignora lógica da redeRelatório de fase para o clienteEvite. Use LOE. Risco em auditorias DCMA.
📌 Para fixar na memória

Para escolher com segurança, use esta sequência: Task Dependent para executar um serviço; Start Milestone ou Finish Milestone para registrar uma data importante; LOE para acompanhar um período; e WBS Summary somente em situações muito específicas. Depois, execute uma verificação de qualidade e confirme se a rede continua lógica e fácil de atualizar.

Dicionário

Termos essenciais deste guia

Activity Type
Tipo de atividade — define como o P6 calcula datas e duração. Campo na aba General de cada atividade.
Task Dependent
Tarefa Dependente — padrão do sistema. Duração regida pelo calendário da atividade. Use em quase tudo.
CPM
Critical Path Method — Método do Caminho Crítico. Identifica a sequência de atividades que define o prazo total.
Milestone
Marco — evento de duração zero. Aparece como losango no Gantt. Start ou Finish — cada um tem só uma data.
LOE
Level of Effort — Nível de Esforço. Duração calculada automaticamente via SS na primeira tarefa e FF na última.
SS / FF
Start-to-Start / Finish-to-Finish — relacionamentos obrigatórios para conectar o LOE ao grupo de tarefas que ele apoia.
WBS Summary
Resumo da EAP — agrega datas de um nível da WBS. Relações lógicas são ignoradas no cálculo — risco de pontas soltas.
DCMA 14-Point
Checklist de 14 verificações de qualidade de cronograma. Mede, entre outros, a proporção de tipos de atividade e de relações FS.
Missing Logic
Atividade sem predecessora e/ou sem sucessora — "ponta solta". DCMA exige ≤ 5% do total de atividades incompletas.
Acumen Fuse
Ferramenta Deltek de auditoria de cronograma. Lê XER do P6, avalia 600+ métricas e gera nota de 0 a 100 (Schedule Quality Index™).
ScheduleReader PRO
Ferramenta standalone para visualizar e auditar arquivos XER sem licença P6. Inclui painel DCMA 14-Point com pass/fail por critério.
Check Schedule (P6)
Função nativa do P6 (Tools → Schedule) que aplica o DCMA 14-Point e gera relatório de qualidade sem ferramentas externas.
Próximo passo

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Conteúdo

1Módulo 1 - Planejando com o Primavera P6 Professional

Agora que você já se familiarizou com algumas telas do Primavera, vou te mostrar como construir um projeto novo.
  • Como funciona o curso

    ASSISTIR

  • Aula 01 - Introdução ao Módulo Planejando

    00:49

    ASSISTIR

  • Aula 02 - File New Project I

    08:57
  • Aula 03 - File New Project II

    08:15
  • Aula 04 - Add Resources - I

    09:29
  • Aula 05 - Add Resources II

    06:45
  • Aula 06 - View Details

    06:34

    ASSISTIR

  • Aula-06-View-Details - Revisão em Texto

    ASSISTIR

  • Aula 07 WBS

    09:37
  • WBS no Primavera P6 — Cadastro e Estruturação

  • Aula 08 - New Activitie I

    09:52
  • Aula 09 - New Activitie II

    11:48
  • Aula 10 - New Activitie III

    10:12
  • Tipos de Atividade no Primavera P6 - Revisão

    ASSISTIR

  • Aula 11 - Enterprise Calendar I

    09:45
  • Aula 12 - Enterprise Calendar II

    04:51
  • Aula 12 - Enterprise Calendar – III

    05:29
  • Aula 13 Relationships

    13:22
  • Aula 14 Relationships - II

    08:09
  • Aula Extra - A Natureza dos Relacionamentos no Cronograma

    ASSISTIR

  • Aula 15 - Total Float

    07:42

    ASSISTIR

  • Aula 16 - Add Resource - I

    06:31
  • Aula 17 - Add Resources - II

    05:13
  • Aula 18 - Add Resources - III

    05:58
  • Aula Extra - Diferenças entre Esforço e Recurso no Primavera P6

    ASSISTIR

2 Módulo 2 - Melhorando o Projeto

  • Aula 19 - Introdução ao Módulo

    01:42
  • Aula 20 - Constraints - I

    07:42
  • Aula 21 - Constraints - II

    05:38
  • Aula 22 - Activit Code - I

    09:04
  • Aula 23 - Activit Code - II

    06:40
  • Aula 24 - Activity Codes - Material de Leitura

    9 págs.
  • Aula 25 - Filter

    10:16
  • Aula 26 - Group and Sort

    07:39
  • Aula 27 Steps

    16:02
  • Aula 28 - User Defined Fields - I

    08:27
  • Aula 29 - User Defined Fields - II

    02:26
  • Aula 30 - Global Change - I

    07:35
  • Aula 31 - Global Change - II

    07:33

3Módulo 3 - Como trabalhar com BL

  • Aula 32 - Verificando o Projeto

    10:03
  • Aula 33 - Add Baseline

    07:02
  • Aula 34 - Update Baseline

    08:52

4Módulo 4 - Como dar Avanços

  • Aula 35 - Introdução ao Módulo Avançando

    01:12
  • Aula 36 - Type Duration I

    06:10
  • Aula 37 - Type Duration – II

    05:39
  • Aula 38 - Type Duration – III

    mult conteúdo

  • Aula 39 - Type Units

    13:26
  • Aula 40 Type Physical

    06:11

5Módulo 5 Como Criar Relatórios no Primavera P6

  • Aula 41 - Introdução ao Módulo de Relatórios

    01:59
  • Aula 42 - Curva S no Primavera P6

    09:48
  • Aula 43 - Report Wizard – I

    09:38
  • Aula 44 - Report Wizard – II

    06:09
  • Aula 45 Publish

    07:05
  • Aula 46 - Print Preview

    08:10
  • Aula 47 - Programação de Serviços

    07:50
  • Aula 48 - Histograma de Mão de Obra

    04:04
  • Parabéns

Curso excelente

Rafael Alan Sousa Silva

Izabel Alves

Gostei muito da didática e a linguagem de fácil entendimento. Ótima comunicação.

Marília Dias

OTIMO

Leonardo Machado Neves

Parabéns, por atingir a excelência de conhecimento, e conseguir para os alunos com tanta maestria. Muito obrigado.

Emerson aparecido de melo

Curso prático direto ao ponto, aulas com a duração adequada para a compreensão do conteúdo, sugiro a utilização de um projeto único desenvolvido do começo ao fim, incluindo a montagem dos relatórios.

Leandro Felisberto A. Arcanjo

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